Novidades na área da saúde mudam para melhorar a rotina de tratamento do diabético.
Diabetes  é uma doença cada vez mais comum na população, e com consequências sérias quando não controlado. Mas os avanços da medicina têm trazido boas notícias: estão surgindo cada vez mais novos aprimoramentos que facilitam o tratamento e a monitorização da glicemia alta.

  1. Picada semanal contra a doença
    Nos últimos anos, uma classe de medicamentos dominou boa parte do noticiário e dos congressos médicos focados em diabetes: os análogos de GLP-1. 

Ao simular a ação de um hormônio naturalmente produzido pelo corpo, o tal GLP-1, esse remédio injetável controla de uma forma mais inteligente o açúcar no sangue de quem tem diabetes tipo 2.
As primeiras versões do fármaco têm de ser aplicadas diariamente. Daí a sacada da indústria ao bolar uma opção de uso semanal, a semaglutida.

  1. A injeção que é comprimido!
    Pensando em facilitar a vida do paciente, especialmente daquele que se incomoda com as picadas, a Novo Nordisk já apresentou nos Estados Unidos a semaglutida de uso oral. A ideia é dispensar a injeção, um dos principais motivos de resistência ao tratamento.

3 Insulina Inalável
Disponível em terra americana desde 2014, a insulina em pó inalável foi aprovada neste ano, 2019, no Brasil. De certo modo, é uma alternativa especialmente bem-vinda à turma com diabetes tipo 1 ou 2 que quer se ver livre (pelo menos em parte) das picadas.Insulina ultrarrápida também para crianças.


A Anvisa liberou há pouco uma nova insulina ultrarrápida para crianças e adolescentes com diabetes. Ela melhora a vida dos mais novos (e dos pais) que hoje precisam arquitetar cada refeição e depois calcular a dose exata do hormônio.


A medicação ultrarrápida, indicada a partir de 1 ano de idade, pode ser aplicada no início da refeição ou após 20 minutos, o que aumenta a segurança caso se coma mais ou menos que o esperado.


5 . Tecnologia para ajudar a monitorar a glicose
Não é só a aplicação de insulina que exige furinhos constantes na pele. O próprio controle do açúcar no sangue, tão defendido pelos médicos, costuma pedir uma picada no dedo para coletar uma gota de sangue e checar a situação. E para isso a tecnologia também colaborou com o app FreeStylye Libre, desenvolvido pela Abbott que através de um sensor colocado no braço verifica a glicose em tempo real. Faz o registro de todas as informações, mantendo o histórico para análise posterior.